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CHRISTAL GALERIA 

Vamos até onde a Arte alcança.

SOBRE A CHRISTAL GALERIA


A Christal Galeria de Artes entrou no mercado de arte para se destacar na cena contemporânea das Artes do Recife e do Brasil. Sua sede, no bairro do Pina, em Recife, é um casarão de 1941 cuidadosamente remodelado para ter uma forte presença urbana, que integrasse as diversas linguagens das Artes. Com uma área total de 300m², a casa conta com dois amplos ambientes que se interligam como áreas expositivas, totalizando 130m². Dali, uma passagem íntima leva a um generoso espaço externo e ajardinado.

A programação da galeria foi pensada para revelar e fortalecer a carreira de artistas locais e nacionais, visando a proposição de exposições institucionais e experimentais para assim tecer um papel de território, onde as Artes se manifestam voluntariamente, atingindo as pessoas em seus modos de ver e operar no mundo.

Em 2026, a Christal Galeria convida o público a escutar o que as mãos sabem. Mãos que moldam o barro, que costuram o tempo, que desenham a memória e que, ao tocar a matéria, reinventam o mundo.

Este programa nasce do reconhecimento de que o fazer manual é mais do que técnica: é linguagem, é pensamento, é política do sensível. Em um tempo marcado pela velocidade e pela abstração, escolhemos afirmar o gesto lento, o corpo em trabalho, a inteligência da matéria e os saberes ancestrais como forças centrais da arte contemporânea.

“Mãos da Terra” articula exposições que atravessam a terra como origem e território, as poéticas afro-brasileiras, as cosmologias indígenas e as investigações do gesto e do processo na produção atual. Ao reunir artistas, curadorias e narrativas diversas, a Christal Galeria reafirma seu compromisso com práticas que sustentam a vida, ampliam imaginários e deslocam hierarquias históricas do saber e do ver.

A terra, aqui, não é apenas matéria: é corpo vivo, memória profunda, chão político. As mãos não são apenas ferramentas: são arquivos de histórias, tecnologias ancestrais, pontes entre passado e futuro.

Este programa é também um posicionamento. Defendemos uma arte que reconhece o valor dos saberes tradicionais, que fortalece vozes negras e indígenas, que legitima o fazer como pensamento e que entende a criação como gesto de cuidado, resistência e reinvenção.

Ao longo de 2026, cada exposição será parte de uma mesma travessia: da terra ao corpo, do corpo ao gesto, do gesto à construção de outros modos de existir. Criar com as mãos é afirmar presença. É inscrever no mundo a memória que insiste, a vida que pulsa e o futuro que se sonha